fevereiro de 2017
dstqqss
2930311234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627281234
567891011
Ciclos
Pesquisa
17/02/2017, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Stroheim – Ator Imperial
Les Disparus de Saint-Agil
Os Desaparecidos de Saint-Agil
de Christian-Jaque
com Erich von Stroheim, Michel Simon, Robert Le Vigan, Mouloudji
França, 1938 - 100 min
legendado eletronicamente em português | M/12

Um clássico dos anos trinta. Num colégio de província, três alunos que tinham fundado uma “sociedade secreta”, desaparecem e todos pensam que foram raptados. Na verdade, só um foi raptado por uma equipa de falsários, cujo chefe é quem menos se espera. O inquérito é feito por um dos alunos, ajudados pelo professor Walter, encarnado por Erich von Stroheim. Prévert escreveu os diálogos do filme.

17/02/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Stroheim – Ator Imperial
Hello Sister!
de Erich von Stroheim, Alan Crosland, Raoul Walsh, Alfred L. Werker
com James Dunn, ZaSu Pitts, Boots Mallory
1933 - 62 min | M/12
Entrada livre mediante o levantamento de ingresso na bilheteira.

O canto do cisne de Stroheim como realizador. Ainda antes da rodagem terminada foi mais uma vez despedido, e quase tudo foi mudado (até o título, que originalmente era WALKING DOWN BROADWAY). Durante décadas foi um filme perdido, até que se encontrou uma cópia, presumivelmente bastante amputada, nos anos setenta. Por todas as vicissitudes, HELLO SISTER! é apenas uma aproximação ao trabalho de Stroheim, que não voltaria a dirigir um filme.

17/02/2017, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Da Luz de Raoul Coutard
Z
Z – A Orgia do Poder
de Costa-Gavras
com Yves Montand, Irene Papas, Jean-Louis Trintignant
França, Argélia, 1969 - 127 min
legendado eletronicamente em português | M/12

Seguindo a história de uma investigação judicial após o assassinato de um deputado, vagamente inspirada no assassinato do ativista grego Gregoris Lambrakis em 1963 e no golpe de Estado dos coronéis na Grécia em 67, com argumento de Jorge Semprún (a partir de um romance de Vasilis Vasilicós), o thriller político de Costa-Gavras causou sensação em finais dessa década, sendo porventura o seu mais conhecido filme. Z é uma obra maior, também indissociável da música de Mikis Theodorakis e da fotografia de Raoul Coutard. Foi a propósito deste filme que Costa-Gavras falou de Coutard como um diretor de fotografia que esculpia os tons e as cores. Primeira exibição na Cinemateca.