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Ciclos
Pesquisa
18/05/2016, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Moving Cinema

Em colaboração com Os Filhos de Lumière
Uma Rapariga no Verão
de Vitor Gonçalves
com Isabel Galhardo, Diogo Dória, José Manuel Mendes
Portugal, 1986 - 82 min | M/12
Moving Cinema

com a presença de Vítor Gonçalves, projeção seguida de debate

Primeira longa-metragem de Vítor Gonçalves, UMA RAPARIGA NO VERÃO foi uma das melhores surpresas do cinema português dos anos oitenta. Revelou Isabel Galhardo e é também o único filme da atriz. Um filme sobre a vida que passa, num dos mais perturbantes e sinceros retratos intimistas do cinema português, que quem viu não esquece. “UMA RAPARIGA NO VERÃO é um filme de cortes violentos e brandas repetições, ou brandas circularidades” (João Bénard da Costa).

18/05/2016, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
São Todos Musicais
Kubanskie Kazak
“Os Cossacos de Kuba”
de Ivan Pyriev
com Sergey Lukyanov, Marina Ladynina, Aleksandr Khvylta
União Soviética, 1950 - 102 min
legendado eletronicamente em português | M/12

Filmado em Magicolor (pseudónimo soviético do Agfacolor, para não pagar direitos), é uma das muitas comédias musicais feitas no período estalinista, realizada por um dos mestres absolutos do género. A ação situa-se em dois “kolkhozes” vizinhos e rivais, respetivamente dirigidos por um homem e uma mulher que estão apaixonados há anos um pelo outro, sem poder dizê-lo, devido à rivalidade profissional. O trigo é ceifado com entusiasmo e danças e cantorias é o que não falta. Primeira exibição na Cinemateca.

18/05/2016, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
As Mil Apoteoses de Minnelli

Retrospetiva Integral em Maio e Junho
The Pirate
O Pirata dos Meus Sonhos
de Vincente Minnelli
com Gene Kelly, Judy Garland, Walter Slezak
Estados Unidos, 1948 - 102 min
legendado eletronicamente em português | M/12

Um dos mais deslumbrantes musicais de Minnelli, paródia aos populares “filmes de piratas” da década de quarenta, com música de Cole Porter por fundo e por par de eleição Gene Kelly e Judy Garland. “THE PIRATE é um filme surpreendentemente moderno pela sua permanente especularidade, pela sua permanente passagem do ‘sonho’ à ‘realidade’, do ‘mundo imaginário’ ao ‘mundo real’. Só o teatro permite conciliar os dois níveis e não estamos longe, nesta viagem ao século XVIII, de encontrar a mesma moral que Minnelli explicitaria, anos depois, (em) THE BAND WAGON: ‘the world is a stage, the stage is a world of entertainment’“ (João Bénard da Costa).