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CICLO
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)


Continuação da segunda parte do Ciclo com que assinalámos os 70 anos da formação da Cinemateca, acrescentando mais 18 “histórias do cinema contemporâneo” às 17 apresentadas em janeiro. O percurso, como então foi explicado, faz-se entre alguns nomes particularmente assinaláveis do cinema contemporâneo, realizadores de obras ainda em construção, muitos deles ainda um tanto “subterrâneos” para o grande público mau grado as provas de estima (da crítica, do circuito dos festivais) que têm recebido. De Valeska Grisebach a Wang Bing, passando pela África de Abderrahmane Sissako ou pelo Brasil de André Novais Oliveira, um passeio pela diversidade do cinema que se faz nos nossos dias, um contacto com “histórias”, intrinsecamente ricas, do cinema contemporâneo.
 
 
21/02/2019, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo 70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)

Bamako
de Abderrahmane Sissako
Mali, França, Estados Unidos, 2010 - 115 min
 
21/02/2019, 18h30 | Sala Luís de Pina
Ciclo 70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)

Certain Women
de Kelly Reichardt
Estados Unidos, 2016 - 107 min
21/02/2019, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo 70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)

Le Quattro Volte
As Quatro Voltas
de Michelangelo Frammartino
Itália, Alemanha, Suíça, 2010 - 88 min
22/02/2019, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo 70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)

Tirez la Langue, Mademoiselle
de Axelle Ropert
França, 2013 - 102 min
22/02/2019, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo 70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)

Orly
Orly
de Angela Schanelec
Alemanha, França, 2010 - 84 min
21/02/2019, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)
Bamako
de Abderrahmane Sissako
com Alissa Maiga, Tiécoura Traoré
Mali, França, Estados Unidos, 2010 - 115 min
legendado eletronicamente em português | M/12
O filme do realizador mauritano Abderrahmane Sissako, que mais recentemente estreou TIMBUKTU (2014), retrata um ato de justiça simbólica. Como um “drama de tribunal”, BAMAKO dá a ver um julgamento ocorrido na capital do Mali, em pleno quotidiano da cidade, no qual se esgrimem argumentos que lidam com a globalização do capitalismo e com o neocolonialismo, centrando-se nos interesses que norteiam as nações ditas desenvolvidas e instituições como o Banco Mundial e o FMI em contraponto à pobreza que grassa no chamado terceiro mundo. “A arte permite-nos inventar o impossível” (Sissako). Primeira exibição na Cinemateca.
 
21/02/2019, 18h30 | Sala Luís de Pina
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)
Certain Women
de Kelly Reichardt
com com Laura Dern, Kristen Stewart, Michelle Williams
Estados Unidos, 2016 - 107 min
legendado eletronicamente em português | M/12
A pouco e pouco, graças às suas ficções melancólicas e contemplativas, a revisitarem a “marginalidade” americana mas também as suas origens históricas, Kelly Reichardt foi-se tornando um nome fundamental do moderno cinema independente americano. CERTAIN WOMEN, que ficou inédito no circuito comercial português, parte de um conjunto de contos da escritora Marie Molloy para compor um retrato de três mulheres de circunstâncias diferentes, pondo em evidência, com subtileza, a questão do lugar feminino na sociedade americana. Primeira exibição na Cinemateca.
 
21/02/2019, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)
Le Quattro Volte
As Quatro Voltas
de Michelangelo Frammartino
com Giuseppe Fuda, Bruno Timpano, Nazareno Timpano, Artemio Vellone
Itália, Alemanha, Suíça, 2010 - 88 min
legendado em português | M/12
Numa remota aldeia montanhosa da Calábria, no Sul de Itália, um velho pastor aguarda o fim dos seus dias. A segunda das duas longas-metragens realizadas por Michelangelo Frammartino a esta data sucedeu a IL DONO (2003) e mereceu, como aquela, distinções importantes e a admiração generalizada por parte da crítica internacional, reconhecendo a solidez e singularidade do seu trabalho. Arquiteto de formação, também professor de cinema, Frammartino tem-se dedicado nos últimos anos a instalações em galeria. Em LE QUATTRO VOLTE, parte do pensamento filosófico de Pitágoras sobre a transmigração da alma fixando-se em gestos quotidianos e nos ciclos da Natureza. Primeira exibição na Cinemateca.
 
22/02/2019, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)
Tirez la Langue, Mademoiselle
de Axelle Ropert
com Cédric Kahn, Laurent Stocker, Serge Bozon, Louise Bourgoin, Paula Denis
França, 2013 - 102 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Realizadora e atriz vinda da crítica de cinema (La Lettre du cinéma, Les Inrockuptibles), Axelle Ropert é também conhecida pela cumplicidade do seu trabalho como argumentista de Serge Bozon. TIREZ LA LANGUE, MADEMOISELLE é a sua segunda longa-metragem de ficção e segue a história parisiense de dois irmãos médicos, de temperamentos diferentes mas bastante próximos, que dedicam a vida aos seus pacientes e um dia se apaixonam, ambos, pela mesma mulher. Nota para a originalidade da abordagem do tema do triângulo amoroso, das personagens e dos seus conflitos, que marca o cinema pessoal e livre de Axelle Ropert. Primeira exibição na Cinemateca.
 
22/02/2019, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
70 Anos, 70 Filmes 2ª Parte: 35 Histórias do Cinema Contemporâneo (II)
Orly
Orly
de Angela Schanelec
com Natacha Régnier, Bruno Todeschini, Mireille Perrier, Emile Berling, Jirka Zett
Alemanha, França, 2010 - 84 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Em ORLY, Angela Schanelec, realizadora saída da “nova escola de Berlim”, filma duas horas de um fim de inverno “on location” no agitado aeroporto parisiense de Orly, registando quatro pequenas histórias de passageiros em trânsito. A ficção constrói-se com o fundo coral da multidão que atravessa o espaço do aeroporto. “Jacques Tati afirmou: ‘Nunca me aborreço enquanto espero por um avião num aeroporto.’ Angela Schanelec tomou em mãos esta convicção” (Gérard Lefort, Libération). A apresentar em cópia digital.