18/09/2026, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
PAULO BRANCO OU A VÃ GLÓRIA DE PRODUZIR
CENDRES ET SANG
Cinzas e Sangue
de Fanny Ardant
com Ronit Elkabetz, Abraham Belaga, Marc Ruchmann
França, Roménia, Portugal, 2009 - 105 min
legendado em português | M/12
Com a presença de Fanny Ardant e Paulo Branco
Estreia de Fanny Ardant na realização, Cinzas e Sangue conta a história do regresso trágico de Judith (Ronit Elkabetz), exilada com os três filhos em Marselha desde o assassínio do marido dez anos antes, ao seu país natal. Fanny Ardant tinha o desejo de contar uma história, esta história. “E então apareceu o Paulo Branco! Ele embarcou nesta aventura sem se deixar intimidar pela minha falta de experiência nem por mais nada.” Primeira exibição na Cinemateca, a exibir em cópia 35mm.
consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui

19/09/2026, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
PAULO BRANCO OU A VÃ GLÓRIA DE PRODUZIR
OXALÁ
de António-Pedro Vasconcelos
com Manuel Baeta Neves, Marta Reynolds, Laura Soveral, Judite Maigre, Lia Gama, Ruy Furtado, Karen Blangueron, Teresa Madruga, Adelaide João
Portugal, 1980 - 133 min
M/12
Entre 25 de Abril de 1974 e outubro de 1978, um jovem exilado em Paris faz várias viagens a Portugal, experiência que o argumento de OXALÁ trabalha através de uma série de retratos femininos. “De OXALÁ dizia-se que era um filme de mediações (‘só se tem acesso ao que se deseja através de mediações’, escreveu Eduardo Prado Coelho). Permita-se-nos deslocarmos ligeiramente a mesma ideia: OXALÁ é o desejo de pôr em imagens uma memória possível do “25 de Abril” mediado por uma forma cinematográfica alheia” (M.S. Fonseca). A apresentar em cópia 35 mm.
consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui

21/09/2026, 19h30 | Sala Luís de Pina
PAULO BRANCO OU A VÃ GLÓRIA DE PRODUZIR
BORDER LINE
de Danièle Dubroux
com Danièle Dubroux, David Léotard, André Dussollier
França, Suíça, 1992 - 90 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Na entrada de 6 de julho do seu “Diário do ano passado” (Trafic, inverno 1991), Serge Daney escreve: “Há muito que o termo ‘cinema de autor’ já não significa nada. Devíamos abandoná-lo. Até mesmo ‘cinema pessoal’ perdeu o seu significado. Perante o extraordinário BORDER LINE, apetece-nos mais falar de um filme ‘na primeira pessoa do singular’ (…)”. Um filme subtil e intimista, sobre a deriva mental de uma mulher (a “mulher-personagem-realizadora-atriz Danièle Dubroux”, ainda nas palavras de Daney) convencida de que o seu amante é também o seu filho.
consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui

26/09/2026, 16h00 | Sala Luís de Pina
PAULO BRANCO OU A VÃ GLÓRIA DE PRODUZIR
AMOR DE PERDIÇÃO
de Manoel de Oliveira
com Cristina Hauser, António Sequeira Lopes, Elsa Wallenkamp, Ruy Furtado
Portugal, 1978 - 261 min
M/12
A sessão decorre com um intervalo de 10 minutos
O
Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco por Manoel de Oliveira, num dos seus mais extraordinários filmes, realizado com imensas dificuldades. Foi este filme que tornou internacionalmente conhecido o nome de Manoel de Oliveira, ao ser apresentado em Paris na Semana dos
Cahiers du Cinéma e fez com que ele começasse, aos setenta anos, uma nova e prolífica carreira. A adaptação de Oliveira respeita o texto de Camilo quase na íntegra. “AMOR DE PERDIÇÃO é um dos filmes mais espetaculares que existem no sentido mais genuíno da palavra. A cada elemento narrativo é permitido o seu próprio espetáculo, fugindo ao hábito de pô-los de acordo, dissolvidos no espetáculo global. É pois o próprio cinema que aqui se exibe cinematograficamente ao encenar-se deste modo a própria representação. E a tensão, ao longo de quatro horas de filme nunca cessa de se adensar até ao despedaçamento dos seres” (José Navarro de Andrade). A apresentar em digital.
consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui
30/09/2026, 18h30 | Sala M. Félix Ribeiro
PAULO BRANCO OU A VÃ GLÓRIA DE PRODUZIR
CONVERSA COM PAULO BRANCO
Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete uma hora antes do início da sessão.
Na primeira das conversas que, uma vez por mês, irão pontuando este longuíssimo ciclo sobre o percurso de Paulo Branco no cinema, o produtor irá abordar os filmes exibidos durante este primeiro momento do programa e resgatar algumas memórias ligadas à sua génese e à sua relação com os realizadores que os dirigiram.