28/06/2024, 14h00 | Espaço 39 Degraus
Instalação SEMPRE
Instalação SEMPRE
SEMPRE
A palavra, o sonho e a poesia na rua

Uma instalação de Luciana Fina para os 50 anos do 25 de Abril

De 25 de Abril a 30 Junho

Segunda-feira a sábado das 14h até ao final da última sessão do dia

Entrada livre
28/06/2024, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
The Kid
O Garoto de Charlot
de Charles Chaplin
com Charles Chaplin, Jackie Coogan, Edna Purviance, Charles Reisner, Lita Grey
Estados Unidos, 1921 - 68 min
mudo (versão musicada por Chaplin) com intertítulos em inglês e legendado eletronicamente em português | M/6
Liberdade
Primeira longa-metragem de Chaplin após as centenas de títulos de formato curto que o popularizaram, mistura de burlesco e pathos (o sonho do paraíso, a criança abandonada), THE KID é um filme prodigioso, e hoje uma obra-prima da História do cinema. No papel do Vagabundo, Chaplin cuida da personagem do Garoto (que revelou Jackie Coogan lançando a moda dos “meninos-prodígios”), que toma por órfão e com quem estabelece uma ligação de compaixão e companheirismo na liberdade do sonho e das ruas da cidade. “Um filme com um sorriso – e, talvez, uma lágrima.” A apresentar em cópia digital. A projeção de dia 8 é uma sessão Cinemateca Júnior.

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28/06/2024, 17h00 | Sala Luís de Pina
Inadjectivável
Conversa entre Pierre Lavoix e Marcos Magalhães a propósito de Parsifal
Entrada livre
A projeção de PARSIFAL, a adaptação integral da obra de Richard Wagner por Hans-Jürgen Syberberg é antecedida de uma conversa entre Pierre Lavoix, diretor de som e misturador da banda sonora musical do filme, e Marcos Magalhães, maestro e cravista dos Músicos do Tejo. A experiência do trabalho de Pierre Lavoix e a música de Wagner são o motivo da conversa, a decorrer em português.

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28/06/2024, 18h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Inadjectivável
Parsifal
de Hans-Jürgen Syberberg
com Armin Jordan, Martin Sperr, Robert Lloyd, Michael Kutter, Karin Krick
Alemanha, França, 1982 - 253 min
legendado eletronicamente em português | M/12
A sessão decorre com intervalo de 60 minutos entre o II e o III atos
Adaptação integral da última e mais hermética das obras de Wagner, este PARSIFAL designado por Syberberg como um “filme-ensaio” é um ponto maior da fusão das linguagens operática e cinematográfica. A máscara mortuária do compositor preside à recriação da ópera e o papel de Parsifal é confiado a dois atores, com a surpresa de um ser homem e outro mulher, dobrada pela mesma voz (a do tenor Rainer Goldberg).


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28/06/2024, 18h30 | Sala Luís de Pina
Realizadores Convidados: Regina Guimarães & Saguenail
Sessão "Casas ruas cidades"
duração total da projeção: 129 min | M/12
Com a presença de Regina Guimarães e Saguenail
CADERNO DO PASSEIO DE CIMENTO
de Regina Guimarães
Portugal, 2017 - 3 min

EUROPA PARTE NENHUMA
de Regina Guimarães
Portugal, 1997 - 6 min

PAS PERDUS
de Saguenail
Portugal, 2008 - 37 min

ESTUDO DE MERCADO
de Regina Guimarães, Saguenail
Portugal, 2011 - 11 min

STUART
de Zepe
Portugal, 2006 - 11 min

CADERNO DA CURA E DO CORAÇÃO
de Regina Guimarães
Portugal, 2019 - 15 min

APRILI
“Abril”
de Otar Iosseliani
URSS, 1961 -  46 min / legendado eletronicamente em português

Em “Cinema Pobre”, o texto-manifesto do número zero da revista A Grande Ilusão (que faz lembrar os manifestos que Mekas publicava nos anos 60 na Film Culture, em Nova Iorque), Regina e Saguenail escrevem: “A problemática do cinema pobre provém da sua bastardia: define-se perante o modelo do cinema standard, que por sua vez se define perante o público; ora, o cinema pobre, não tendo público, não é levado a fazer-lhe cedências. O cinema pobre assume-se a partir do momento em que a ausência de meios lhe permite ou o obriga (conforme a ótica) a transgredir um certo número de convenções (cf. Jean-Luc Godard quando conta como foi levado a abandonar o princípio de campo/contra-campo em À BOUT DE SOUFFLE).” Concluem: “Numa altura em que o cinema está em vias de ser abandonado (morte próxima e anunciada), o cinema pobre afirma que o devir que o cinema conheceu não era o seu único futuro possível e que os campos inexplorados são mais vastos do que os campos desvendados.” Uma sessão que é também a afirmação de uma cinefilia (que colocam dentro desse cinema que defendem) – em explosão no belo PAS PERDUS.

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