CICLO
Nos 130 Anos de Leitão de Barros


Nascido a 22 de outubro de 1896, José Leitão de Barros integrou a primeira geração de cineastas portugueses (depois de décadas em que o cinema português era realizado por cineastas franceses e italianos). Essa primeira geração, fortemente marcada pelas vanguardas europeias, fez a transição do cinema mudo para o sonoro e definiu os moldes do que viria a ser o cinema das décadas seguintes. José Leitão de Barros foi o mais importante (porque também o mais prolífico) dos cineastas dessa geração. Quando se assinalam os 130 anos do seu nascimento (num programa concertado – dentro e fora da Cinemateca – e que incluirá exposições, colóquios, conversas, um ciclo e sessões pontuais das novas cópias recém-digitalizadas), a Cinemateca assinala a efeméride com aquele que é um dos mais emblemáticos filmes do realizador: MARIA PAPOILA. Sessão que antecipa uma exposição e um ciclo a apresentar brevemente.
 
21/10/2026, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Nos 130 Anos de Leitão de Barros

MARIA PAPOILA
de Leitão de Barros
Portugal, 1937 - 105 min
 
26/10/2026, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Nos 130 Anos de Leitão de Barros

MARIA PAPOILA
de Leitão de Barros
Portugal, 1937 - 105 min
21/10/2026, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Nos 130 Anos de Leitão de Barros
MARIA PAPOILA
de Leitão de Barros
com Mirita Casimiro, António Silva, Eduardo Fernandes, Alves da Costa, Maria Cristina
Portugal, 1937 - 105 min
M/12
Com A CANÇÃO DE LISBOA, esta é sem dúvida a “comédia portuguesa” de maiores qualidades cinematográficas: o ritmo da narrativa é rápido, eficaz e o realizador consegue mudar de tom a meio da narrativa. A história: Maria Papoila, criada de servir na Lisboa salazarista de finais da década de trinta, apaixona-se por Eduardo, cuja farda a ilude sobre a diferença de condição social que os separa. Maria Papoila foi a única passagem de relevo pelo cinema de uma das melhores e mais populares atrizes do teatro português: Mirita Casimiro, que compõe magnificamente uma labrega de teatro e cinema, ingénua, de bom coração e com uma pronúncia que, evidentemente, é cómica.

A sessão repete no dia 26 às 15h30, na sala M.Félix Ribeiro.

26/10/2026, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Nos 130 Anos de Leitão de Barros
MARIA PAPOILA
de Leitão de Barros
com Mirita Casimiro, António Silva, Eduardo Fernandes, Alves da Costa, Maria Cristina
Portugal, 1937 - 105 min
M/12
Com A CANÇÃO DE LISBOA, esta é sem dúvida a “comédia portuguesa” de maiores qualidades cinematográficas: o ritmo da narrativa é rápido, eficaz e o realizador consegue mudar de tom a meio da narrativa. A história: Maria Papoila, criada de servir na Lisboa salazarista de finais da década de trinta, apaixona-se por Eduardo, cuja farda a ilude sobre a diferença de condição social que os separa. Maria Papoila foi a única passagem de relevo pelo cinema de uma das melhores e mais populares atrizes do teatro português: Mirita Casimiro, que compõe magnificamente uma labrega de teatro e cinema, ingénua, de bom coração e com uma pronúncia que, evidentemente, é cómica.