16/11/2026, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Frank Borzage - O Lugar mais Sagrado
SMILIN’ THROUGH
O Amor Não Morre
de Frank Borzage
com Jeanette MacDonald, Brian Aherne, Gene Raymond
Estados Unidos, 1941 - 100 min
legendado eletronicamente em português | M/12
SMILIN’ THROUGH vem do período de Borzage na MGM, e foi uma grande produção, de orçamento recheado e com todos os recursos possíveis – como o Technicolor: é certamente um dos mais belos filmes coloridos de Borzage. É um musical, de certa forma construído como um veículo para a popularidade de Jeanette MacDonald, talvez não muito pessoal mas sem nenhuma traição aos atributos essenciais do realizador. Não foi um grande sucesso, em parte pelo péssimo “timing” de estreia: apenas dois dias antes do ataque japonês a Pearl Harbor que ditou a entrada oficial dos Estados Unidos na II Guerra.


 
16/11/2026, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Frank Borzage - O Lugar mais Sagrado
7TH HEAVEN
A Hora Suprema
de Frank Borzage
com Janet Gaynor, Charles Farrell, Ben Bard, Albert Gran, David Butler
Estados Unidos, 1927 - 110 min
mudo, intertítulos em inglês legendados eletronicamente em português | M/12
ACOMPANHAMENTO AO PIANO POR DANIEL SCHVETZ
O mais famoso dos melodramas dirigidos por Frank Borzage, onde Janet Gaynor tem uma sublime composição, formando um par com Charles Farrell que se tornou popularíssimo. “America’s lovebirds” chamaram-lhes. 7TH HEAVEN é uma história de amor entre dois seres que enfrentam a adversidade e a guerra para voltarem a estar juntos, num dos finais mais “delirantes” da História do cinema.


 
16/11/2026, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Correspondências - Rita Azevedo Gomes | Realizadora Convidada
BANSHUN
Primavera Tardia
de Yasujiro Ozu
com Chishu Ryu, Setsuko Hara, Haruko Sugimura
Japão, 1949 - 108 min
legendado em português | M/12
BANSHUN é o filme que inaugura o período final da obra de Ozu, as obras de grande maturidade que o fizeram conhecer tardiamente no estrangeiro. É a partir daqui que, no seu cinema, a trama narrativa se torna rarefeita e o estilo visual se depura ao máximo: raríssimos movimentos de câmara, ausência total de panorâmicas, sequências ligadas unicamente por cortes e a celebérrima posição da câmara (a “câmara Ozu”), quase sempre a mesma, à altura de uma pessoa sentada no chão, à japonesa. E como sempre, neste período final, Ozu conta histórias de separação e resignação, histórias de mudanças e da passagem do tempo. No programa, faz par com A 15ª PEDRA. A apresentar em cópia digital.