28/07/2023, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
NÓ
de Olga Ramos, Luís Alves de Matos
Portugal, 1991 – 10 min
NÃO OUVES LADRAR OS CÃES
de Francisco Moreira
Portugal, 2005 – 4 min
NO PARQUE
de Filipe Dâmaso Saraiva
Portugal, 2000 – 5 min
A POSSIBILIDADE DE AMOR ENTRE ESPÉCIES
de Pedro Fernandes Duarte
Portugal, 2006 – 14 min
DE MADRUGADA
de Inês de Lima Torres
Portugal, 2016 – 30 min
CORTE
de Afonso Rapazote, Bernardo Rapazote
Portugal, 2020 – 29 min
Taxinomia é a disciplina biológica que define os grupos de organismos com base em caraterísticas comuns: eis a razão de ser desta sessão, investigar os modos de relacionamento, amoroso, circunstancial, parental e inter-espécies. Numa casa rural um triângulo amoroso constrói-se diante dos olhos de uma criança: as relações como um NÓ de três cordas, que se laçam e enlaçam ao sabor da circunstância. Depois, dois pequenos filmes-haiku onde duas personagens estabelecem pequenas conversas mais ou menos profundas: NO PARQUE, onde Fernando Gomes e José Mário Branco alimentam os patos num jardim municipal, e NÃO OUVES LADRAR OS CÃES, onde um homem viaja às cavalitas doutro. Em DE MADRUGADA instalamo-nos numa casa assombrada pelas fracas memórias coloniais que ainda ali habitam, onde uma série de irmãos passa o verão com a avó. Entretanto, Pedro (Fernandes Duarte, interpretando-se a si mesmo) tem medo de cães e, como tal, não percebe como é possível que tantas pessoas gostem dessas criaturas. Por isso decidiu investigar A POSSIBILIDADE DE AMOR ENTRE ESPÉCIES. Finalmente, no seio de uma CORTE – exibido na secção de filmes de escola do festival de Cannes – desequilibrada pela longa ausência do Rei, o príncipe herdeiro é assassinado. Envolvidos no enredo dos promotores de um espírito libertino decadente, os irmãos do príncipe, gémeos, testemunham a caça ao homicida e antecipam a sucessão.
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