A outra face do ciclo é um desvendar de um outro lado de Bardot, menos difundido do que os filmes acima mencionados. Este é o lado dos documentários (como LE PARTI DES CHOSES: BARDOT / GODARD), dos
westerns (entre o
spaghetti de LES PÉTROLEUSES, com Claudia Cardinale, e o único de Sean Connery, SHALAKO) e, em especial, o seu lado musical. A carreira musical de Brigitte Bardot decorre de 1963, ano em que lança o seu álbum de estreia homónimo, até 1968, ano do lançamento de
Show e
Bonnie and Clyde, este último com Serge Gainsbourg. A exploração do entrecruzar da sua carreira musical com o cinema desdobra-se pelo ciclo através: da apresentação do SPÉCIAL BARDOT, uma compilação feita para a televisão francesa dos seus telediscos da autoria de François Reichenbach (cineasta algo esquecido da
Nouvelle Vague); da exibição de A SIMPLE FAVOR, de Paul Feig, um
thriller cómico e irreverente que contém três canções de Bardot (incluindo um dueto com Gainsbourg); e da projeção de um “videoclipe-surpresa” em cada sessão do ciclo. “Shebam! Pow! Blop! Wizz!”, eis Bardot no seu lado B(.B.).
O programa completo do ciclo
Lado B.B. pode ser consultado
aqui.