CICLO
Cinema Cem Anos de Juventude


Em colaboração com Os Filhos de Lumière – Associação Cultural
A metodologia impulsionada por Alain Bergala e Nathalie Bourgeois, através do programa Cinema Cem Anos de Juventude (Le Cinéma, Cent Ans de Jeunesse) de que são fundadores, e que a associação Os Filhos de Lumière integra e desenvolve em Portugal, em parceria com a Cinemateca Portuguesa, desde o ano lectivo 2006/2007, visa a descoberta do cinema através do encontro com o próprio cinema vendo e analisando filmes e excertos de filmes de todos os tempos, lugares e géneros. Uma metodologia que leva os participantes a descobrir a matéria do cinema e a sua linguagem específica, pela criação cinematográfica, a interrogar-se sobre as escolhas de cada realizador, aliado à experiência do fazer, com o apoio de cineastas, em vez de uma abordagem teórica e académica sobre o que é o cinema. Todos os anos é escolhida e pensada uma questão de cinema a partir da qual crianças e jovens de todo o mundo (em 15 países) visionam e dialogam sobre filmes e excertos de filmes, e exploram, em simultâneo, pequenos exercícios cinematográficos, através das regras do jogo comuns, antes de criarem em colectivo um pequeno filme-ensaio.
 
 
02/06/2026, 10h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Cem Anos de Juventude

FILMES-ENSAIO:VIVER EM ALGUM LUGAR (AQUI OU NOUTRO LADO)
 
02/06/2026, 10h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Cem Anos de Juventude
FILMES-ENSAIO:VIVER EM ALGUM LUGAR (AQUI OU NOUTRO LADO)
FILMES-ENSAIO:VIVER EM ALGUM LUGAR (AQUI OU NOUTRO LADO)
de vários realizadores
Portugal, 2025-2026
Sessão com apresentação e seguida de debate | Entrada livre, mediante levantamento de bilhete trinta minutos antes do início da sessão
 
Os filmes-ensaio realizados no ano letivo 2025-2026 em 8 escolas portuguesas de diferentes regiões (Sintra, Lisboa, Serpa, Mértola), desenvolvidos sob o tema “Viver em algum lugar (aqui ou noutro lado)”,  são apresentados com a presença das equipas que os pensaram e realizaram, que irão agora dar conta da sua experiência. “O cinema permite-nos entrar na cabeça de uma personagem cujo meio e modo de vida são totalmente diferentes dos nossos. Por exemplo: ONDE FICA A CASA DO MEU AMIGO? permite-nos compreender um menino iraniano que vive numa aldeia remota nas montanhas; O PEQUENO FUGITIVO permite identificarmo-nos com um menino novaiorquino de um bairro pobre; MAMMA ROMA dá-nos acesso ao que se passa na cabeça de um rapaz, que de um dia para o outro se vê a viver no coração da cidade de Roma. O cinema é a arte mais bem posicionada para captar e compreender esse envolvimento da pessoa com o meio em que se insere. O cinema capta simultaneamente as personagens e o espaço, o décor, a paisagem onde elas vivem. Dispõe de meios específicos para pôr em relação o indivíduo com o seu modo de vida e a forma como evoluem. A mise en scène, o tratamento do espaço, a planificação, a relação com o ambiente sonoro, a montagem.” (Alain Bergala, excerto das notas de intenções sobre o tema do ano em trabalho)

Consulte a "folha de sala" aqui