18/04/2026, 11h00 | Biblioteca da Cinemateca
Sábados em Família | Cinemateca Júnior
Cartazes em Liberdade
Conceção e orientação de Maria Remédio
para crianças dos 6 aos 10 anos
O que é ser livre? O que é a liberdade para cada um? Como é que a podemos mostrar num desenho, numa frase, numa imagem? Nesta oficina vamos ver filmes relacionados com o 25 de Abril e a peça “As Ruas de Lisboa” de Ana Hatherly, para em conjunto fazermos cartazes que expressem as nossas ideias de liberdade. Usaremos impressões em risografia, decalques e desenhos que se vão escondendo e revelando em camadas sobrepostas, com a ajuda da cola pincelada sobre os papéis. Que mensagem liberta o teu cartaz? Mais informações e inscrição em www. cinemateca.pt/cinematecajunior.
18/04/2026, 15h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Sábados em Família | Cinemateca Júnior
Indie Júnior
CAPYBARAS
“Capivaras”
de Alfredo Soderguit
França, 2024 – 10 min

A CADA DIA QUE PASSA
de Emanuel Nevado
Portugal, 2024 – 24 min
 
BOBEL’S KITCHEN
“A Cozinha do Bobel”
de Fiona Rolland
Belgica, 2024 – 10 min

A MENINA COM OS OLHOS OCUPADOS
de André Carrilho
Portugal, 2024 – 7 min

LE TUNNEL DE LA NUIT
“Túnel Noturno”
de Annechien Strouven
Belgica, França, 2024 – 9 min

Duração total da projeção: 60 min | sem diálogos | M/3

Integrada no Warm Up do IndieJúnior 2026, esta sessão reúne cinco curtas-metragens que se destacaram nas últimas edições do festival, filmes portugueses e estrangeiros que conquistaram o público mais jovem, seja pela força das suas histórias, seja pela qualidade visual e criatividade. Em “Capivaras”, o animal mais adorado pelos mais pequenos, aprendemos uma tocante lição de solidariedade. A CADA DIA QUE PASSA leva-nos até à ruralidade portuguesa, através de um grupo de ratinhos muito especiais. Depois, conhecemos “A Cozinha do Bobel”, um cogumelo venenoso com um talento inesperado para a culinária. Em A MENINA COM OS OLHOS OCUPADOS, mergulhamos num universo de cores vibrantes, para voltar a descobrir que nada substitui a experiência de olhar verdadeiramente o mundo que nos rodeia. A sessão encerra com o surpreendente “Túnel Noturno”, que nos convida a viajar para lá dos limites geográficos e da imaginação. Uma proposta pensada para despertar a curiosidade e abrir o apetite a novas descobertas cinematográficas, antecipando a próxima edição do IndieJúnior, que terá lugar de 30 de abril a 10 de maio. A seguir à sessão, as famílias estão convidadas a passar a tarde na Esplanada da Cinemateca, para atividades lúdicas e pedagógicas, de entrada livre.
 
SESSÃO DESCONTRAÍDA
A sessão decorre numa atmosfera acolhedora, com regras mais flexíveis no que diz respeito ao movimento e ao ruído dos espectadores, e pode implicar pequenos ajustes na iluminação e no som, bem como no acolhimento do público, para melhor se adaptar às suas necessidades. Com a consultoria da associação Acesso Cultura.

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18/04/2026, 16h00 | Sala Luís de Pina
A Casa
NO HOME MOVIE
de Chantal Akerman
Bélgica, França, 2015 - 115 min
legendado eletronicamente em português | M/12
A casa da mãe: de uma profunda delicadeza e generosidade, NO HOME MOVIE é simultaneamente um diário, um aceno, uma despedida, uma visita repleta de entrelinhas confessionais. “Este filme é acima de tudo sobre a minha mãe, a minha mãe que já não se encontra entre nós. Sobre essa mulher que chegou à Bélgica em 1938, em fuga da Polónia, dos pogroms e da violência. Essa mulher que é sempre apenas vista dentro do seu apartamento. Um apartamento em Bruxelas. Um filme acerca de um mundo em movimento que a minha mãe não vê.” Belíssimo, NO HOME MOVIE seria o último filme de Chantal Akerman, que afirmou que a mãe, Natalia, era o centro da sua obra.

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18/04/2026, 17h00 | Sala M. Félix Ribeiro
A Queda das Ditaduras e a Emergência dos Cinemas Novos na Grécia e em Espanha
O THIASOS
“A Viagem dos Comediantes”
de Theo Angelopoulos
com Eva Kotamanidou, Aliki Georgouli, Stratos Pachis, Maria Vassiliou, Vangelis Kazan
Grécia, 1975 - 230 min
legendas em inglês e eletronicamente em português | M/12
A sessão decorre com um intervalo de 10 minutos
Um filme-fresco sobre a história da Grécia de 1939 a 1952 vista através do percurso de uma companhia de teatro ambulante que percorre o país representando sempre a mesma peça. Organizando-se em quadros relativamente independentes comentados por monólogos, slogans ou por canções, O THIASOS revela a tragédia grega segundo um olhar brechtiano tão característico do cinema de Angelopoulos. Prémio da crítica no Festival de Cannes de 1975, o filme que fez circular o nome do cineasta pelo mundo inteiro é para muitos a sua obra-prima. A exibir em 35 mm.

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18/04/2026, 19h30 | Sala Luís de Pina
A Casa
TRYING TO KISS THE MOON
de Stephen Dwoskin
Estados Unidos, 1994 - 95 min
legendado eletronicamente em português | M/16
Como sempre, Stephen Dwoskin filma a partir dos limites da sua própria mobilidade (vítima da poliomielite em criança, passou a vida dependente de uma cadeira de rodas), e essa escala é determinante. Mas TRYING TO KISS THE MOON alia o auto-retrato à auto-biografia, montando imagens colhidas por Dwoskin no seu quotidiano com os “home movies” que o seus pais filmaram em Nova Iorque, em 1939 (precisamente, o sítio e o ano do nascimento de Dwoskin).

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18/04/2026, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
A Queda das Ditaduras e a Emergência dos Cinemas Novos na Grécia e em Espanha
Cría Cuervos
Cria Corvos
de Carlos Saura
com Geraldine Chaplin, Ana Torrent, Conchita Pérez, Mayte Sanchez
Espanha, 1975 - 110 min
legendado eletronicamente em português | M/12
sessão de dia 18 com apresentação por Carlos Reviriego (Filmoteca Española)
Rodado ainda no franquismo (durante a longa agonia do ditador), CRÍA CUERVOS marca o fim de um importante período na obra de Carlos Saura, altura em que provavelmente realizou os seus melhores filmes. O título faz alusão a um provérbio espanhol: “Cria corvos e eles arrancar-te-ão os olhos”. A ação passa-se num casarão em Madrid, onde vivem três crianças, com o pai viúvo, uma criada e uma tia. Uma delas (Ana Torrent, a protagonista de EL ESPIRITU DE LA COLMENA), fechada num universo de sonho, julga-se responsável pela morte do pai e faz reaparecer a sua mãe morta, com quem mantém uma estranha relação. Mas este filme mórbido e belíssimo acaba com uma nota de otimismo. A exibir em 35 mm.

A sessão repete no dia 21 às 15h30, na sala M. Félix Ribeiro.

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