11/04/2026, 15h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Sábados em Família | Cinemateca Júnior
Jojo Rabbit
Jojo Rabbit
de Taika Waititi
com Roman Griffin Davies, Thomasian Mckensie, Scarlett Johansson
Nova Zelândia, Estados Unidos, Chéquia, 2019 - 108 min
legendado em português | M/12
Sexta longa-metragem do realizador Taika Cohen Waititi, JOJO RABBIT é uma sátira da Segunda Guerra Mundial, que acompanha um solitário rapaz alemão cujo mundo vira de pernas para o ar quando descobre que a sua mãe solteira esconde uma jovem judia no sótão. Apoiado apenas pelo seu amigo imaginário e idiota, Adolf Hitler, Jojo tem de confrontar o seu nacionalismo cego.

consulte a FOLHA da CINEMATECA JÚNIOR aqui
11/04/2026, 15h30 | Sala Luís de Pina
A Casa
LOST, LOST, LOST
de Jonas Mekas
Estados Unidos, 1976 - 176 min
legendado eletronicamente em português | M/12
O diário filmado com o qual o lituano Jonas Mekas (1922-2019) documenta os anos 1949-1963 conta as histórias de desapego e pertença que acompanharam a sua chegada aos EUA, e a vida de exílio que aí levou, ao lado do irmão Adolfas, integrando-se na comunidade artística da baixa de Nova Iorque das décadas de 1950 e 60. “Lido, nestas seis bobines, com um período de desespero, de tentativas desesperadas para lançar raízes em terra nova, de construir novas memórias. Nestas dolorosas seis bobines tentei sinalizar qual é a sensação de alguém no exílio, tal como a senti nesses anos. Descrevem o estado de espírito de uma Pessoa Deslocada que ainda não esqueceu o seu país de origem, mas que ainda não conquistou um novo país. A sexta bobine é uma bobine de transição em que começamos a ver alguma descontração, em que eu comecei a vislumbrar momentos de felicidade. A nova vida começa…” (Jonas Mekas).

consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui
11/04/2026, 18h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Viagem ao Fim do Mudo
DIE FREUDLOSE GASSE
Rua Sem Sol
de de G. W. Pabst
com Greta Garbo, Asta Nielsen, Werner Krauss, Valeska Gert
Alemanha, 1925 - 96 min
mudo, intertítulos em alemão legendados eletronicamente em português | M/12
acompanhamento ao piano por Daniel Schvetz
Pabst concebeu DIE FREUDLOSE GASSE (literalmente “A Rua sem Alegria”) como um olhar sobre a Viena dos anos posteriores à Primeira Guerra, marcada por enormes dificuldades económicas e sociais e território propício para todo o tipo de oportunistas e vigaristas. É nestas “ruas sem sol” que Greta Garbo brilha, mesmo não sendo cabeça de cartaz, lugar que coube à vedeta dinamarquesa Asta Nielsen. Mas foi depois do filme de Pabst que Garbo seguiu para Hollywood, onde, cinco anos mais tarde, se lhe juntou uma figurante chamada Marlene Dietrich… À época, o filme sofreu diversos tipos de censura: cerca de 12 minutos de cortes, na Alemanha; supressão de todas as cenas com Werner Krauss na Áustria; na URSS o médico tornou-se um tenente americano e nos Estados Unidos quase todas as cenas com Asta Nielsen foram suprimidas.

consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui
11/04/2026, 19h30 | Sala Luís de Pina
Claudia Cardinale !
CORLEONE
O Último Padrinho
de Pasquale Squitieri
com Giuliano Gemma, Claudia Cardinale, Francisco Rabal
Itália, 1978 - 120 min
legendado eletronicamente em português | M/12
A máfia, mais uma vez: CORLEONE centra-se na figura de Luciano Liggio, chefe do gang dos Corleonesi,  uma das mais poderosas “famílias” da máfia siciliana. Pela capacidade de fugir das autoridades, e de se furtar a condenações judiciais, Liggio foi durante algum tempo o mafioso mais célebre e mais temido de Itália, até que em 1974 o Estado italiano conseguiu finalmente condená-lo a uma pena de prisão perpétua. O livro que o filme adapta, uma biografia jornalística, foi publicado nessa altura. Um pouco por tudo isto, CORLEONE foi extremamente bem sucedido nas bilheteiras italianas. Primeira apresentação na Cinemateca, a exibir em cópia 35mm.

consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui
11/04/2026, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
A Casa
NO HOME MOVIE
de Chantal Akerman
Bélgica, França, 2015 - 115 min
legendado eletronicamente em português | M/12
A casa da mãe: de uma profunda delicadeza e generosidade, NO HOME MOVIE é simultaneamente um diário, um aceno, uma despedida, uma visita repleta de entrelinhas confessionais. “Este filme é acima de tudo sobre a minha mãe, a minha mãe que já não se encontra entre nós. Sobre essa mulher que chegou à Bélgica em 1938, em fuga da Polónia, dos pogroms e da violência. Essa mulher que é sempre apenas vista dentro do seu apartamento. Um apartamento em Bruxelas. Um filme acerca de um mundo em movimento que a minha mãe não vê.” Belíssimo, NO HOME MOVIE seria o último filme de Chantal Akerman, que afirmou que a mãe, Natalia, era o centro da sua obra.

A sessão repete no dia 18 às 16h00, na sala Luís de Pina.

consulte a FOLHA da CINEMATECA aqui