Posterior em seis anos a ADIEU PHILIPPINE, a segunda longa-metragem para cinema de Jacques Rozier foi o seu primeiro filme com som direto. Numa descrição brevíssima que lhe passa ao lado, é o filme em que três raparigas estão em férias de verão à beira-mar. Rodado em 16 mm, especialmente atento aos exteriores do cenário marítimo e às cores fortes que casam com o mar, a casa, a juventude das raparigas e dos rapazes, DU CÔTÉ D’OROUËT propõe uma crónica sentimental ao correr dos dias. Foi mostrado em Cannes em 1971 e circulou discretamente por essa altura, mas só estreou verdadeiramente em Paris, em 1996, em 35 mm, quase trinta anos depois ter sido concluído. “Com o tempo [DU CÔTÉ D’OROUËT] ganha uma dimensão “à procura do tempo perdido’”, disse Jacques Rozier. E ganha.
A sessão repete no dia 21, às 16h00, na sala Luís de Pina.
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