11/03/2026, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Lisboa, Capital da Intriga Internacional
OPERAÇÃO DINAMITE
de Pedro Martins
com Nicolau Breyner, Francisco Nicholson, Henriqueta Maya, Carlos José Teixeira, Glória de Matos
Portugal, 1967 - 85 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Com um elenco recheado de nomes sonantes, banda sonora com canções de Simone de Oliveira e Duo Ouro Negro, OPERAÇÃO DINAMITE foi filmado em Lisboa, em Cascais, na Arrábida e em Luanda num ambiente de ação e espionagem. A sinopse descreve a história como “a temerária missão de um agente secreto americano, Max”. É ele a personagem de Nicolau Breyner, no encalço de um dossier do Pentágono e de uma rede de espionagem na capital portuguesa. Glória de Matos conta com um pequeno e importante papel como cabecilha da rede de espionagem.

A sessão repete no dia 17, às 19h00, na sala M. Félix Ribeiro.

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11/03/2026, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
A Casa
AGATHA OU LES LECTURES ILIMITÉS
de Marguerite Duras
com Bulle Ogier, Yann Andréa
França, 1981 - 90 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Esta é a história de um amor impossível entre Agatha e o seu irmão. As suas vozes evocam a descoberta dessa paixão interdita, a vida que os separou, e o profundo desejo de se reencontrarem. Um filme sobre o incesto que, como é hábito no singular cinema de Marguerite Duras, dá menos a ver que a ouvir.  Como sempre em Duras, as grandes casas vazias, ou impregnadas de um sentimento de ausência, são um motivo fundamental.

A sessão repete no dia 18, às 19h30, na sala Luís de Pina.

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11/03/2026, 19h30 | Sala Luís de Pina
A Casa
DU CÔTÉ D’OROUËT
As Praias de Orouet
de Jacques Rozier
com Danièle Croisy, Françoise Guégan, Caroline Cartier, Bernard Menez, Patrick Verde
França, 1969 - 138 min
legendado em português | M/12
Posterior em seis anos a ADIEU PHILIPPINE, a segunda longa-metragem para cinema de Jacques Rozier foi o seu primeiro filme com som direto. Numa descrição brevíssima que lhe passa ao lado, é o filme em que três raparigas estão em férias de verão à beira-mar. Rodado em 16 mm, especialmente atento aos exteriores do cenário marítimo e às cores fortes que casam com o mar, a casa, a juventude das raparigas e dos rapazes, DU CÔTÉ D’OROUËT propõe uma crónica sentimental ao correr dos dias. Foi mostrado em Cannes em 1971 e circulou discretamente por essa altura, mas só estreou verdadeiramente em Paris, em 1996, em 35 mm, quase trinta anos depois ter sido concluído. “Com o tempo [DU CÔTÉ D’OROUËT] ganha uma dimensão “à procura do tempo perdido’”, disse Jacques Rozier. E ganha.

A sessão repete no dia 21, às 16h00, na sala Luís de Pina.

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11/03/2026, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Lisboa, Capital da Intriga Internacional
COMANDO DE ASESINOS
Fim-de-Semana com a Morte
de Julio Coll
com António Vilar, Letícia Román, Peter Van Eyck, Artur Semedo
Espanha, Portugal, República Federal Alemã, 1966 - 86 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Cineasta espanhol, com uma carreira já significava à data do lançamento de COMANDO DE ASESINOS, nomeadamente como realizador de dramas thrillescos, Julio Coll realiza um “Eurospy” centrado em Lisboa, assombrado pela presença de James Bond e tomado por uma parafernália tecnológica própria de um DIE 1000 AUGEN DES DR. MABUSE, de Fritz Lang, no que a presença de Peter Van Eyck no elenco não é de todo acidental. O elenco é composto por vários nomes portugueses (com destaque para António Vilar, “O Camões” de Leitão Barros), mas tal não impediu que o filme exista ainda numa versão falada em castelhano e noutra, significativamente diferente, em alemão. Exibe-se, pela primeira vez na Cinemateca, este filme na sua versão espanhola, sendo de realçar a perseguição final, que culmina no tabuleiro da Ponte Salazar (como se chamava na altura), ainda por concluir.

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