OUT OF THE MELTING POT | FILMING THE FANTASTIC! | NEW NEWSREEL – CHILDREN’S JURY | RHYTHM IN LIGHT | INTROSPECTION |
FILM EXERCISE N°5 | RABBIT’S MOON | DWIGHTIANA
OUT OF THE MELTING POT
FILMING THE FANTASTIC!
NEW NEWSREEL – CHILDREN’S JURY
de Joseph Cornell
Estados Unidos, 1927, 1936, 1938 – 21 min / sem diálogos
RHYTHM IN LIGHT
de Mary Ellen Bute, Ted Nemeth, Melville Webber
Estados Unidos, 1934 – 5 min / sem diálogos
INTROSPECTION
de Sara Kathryn Arledge
Estados Unidos, 1941-47 – 7 min / sem diálogos
FILM EXERCISE N°5
de James e John Whitney
Estados Unidos, 1945 – 4 min / sem diálogos
RABBIT’S MOON
de Kenneth Anger
com André Souberyran, Claude Revenant, Nadine Valence
Estados Unidos, 1950 – 15 min / sem diálogos
DWIGHTIANA
de Marie Menken
Estados Unidos, 1959 – 4 min / sem diálogos
duração total da projeção: 73 min | M/12
Numa carta de 1946, Maya Deren escrevia: “Where is the experimental American film movement?” Esta sessão parte desta questão e do seu papel, não apenas como pioneira do cinema de vanguarda, mas também como divulgadora e crítica desse mesmo cinema, convocando o trabalho de cineastas seus contemporâneos. Entre eles Joseph Cornell, cujas experiências com a montagem de imagens de arquivos, tão próximas da sensibilidade surrealista, tanto apreciava, Kenneth Anger, de que mostramos RABBIT’S MOON, fantasia mística sobre os amores de Pierrot e Columbina, mas também INTROSPECTION, de Sara Kathryn Arledge, que Deren refere como próximo das suas experiências com a dança e o cinema e um dos primeiros filmes abstratos do género feitos nos Estados Unidos. Soma-se Rhythm in LighT, experiência de Mary Ellen Bute ainda de meados dos anos trinta, cujas imagens derivam em parte da obra escultórica de Melville Webber, e o título aponta para a uma sensibilidade partilhada, ou DWIGHTIANA, de Marie Menken, outra pioneira norte-americana, que conta com música de Teiji Ito. Dos irmãos James e John Whitney mostramos um dos cinco exercícios que realizaram entre 1943 e 1944. Na mesma carta Deren lamentava que Buñuel, Man Ray, Jay Leyda ou Fischinger “já não fizessem filmes pessoais”. Primeiras exibições com exceção dos filmes de Bute e Anger. Os filmes de Cornell e de Sara Kathryn Arledge são apresentados em cópias digitais, os restantes em 16mm.
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