28/09/2024, 11h00 | Biblioteca da Cinemateca
Cinemateca Júnior - Sábados em Família
Quantas Histórias Cabem no Som?
Oficina
Conceção e orientação: Maria Remédio
duração: 2 horas
para crianças dos 5 aos 8 anos 
Preço: 4€ por criança
Marcação prévia até 23 de setembro
para cinemateca.junior@cinemateca.pt

Vamos fechar os olhos e descobrir os sons do cinema.
O som leva-nos de viagem e abre caminhos para novas histórias. Que sons cabem numa folha de papel? E quantas novas histórias cabem num filme? Vamos transformar sons em imagens, juntar novos desenhos e descobrir se formam uma nova história!
 
28/09/2024, 15h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinemateca Júnior - Sábados em Família
The Strong Man
Atleta à Força
de Frank Capra
com Harry Langdon, Priscilla Bonner, Gertrude Astor
Estados Unidos, 1926 - 75 min
legendado eletronicamente em português | M/6
sessão acompanhada ao piano por Catherine Morisseau
Primeira longa-metragem de Frank Capra, THE STRONG MAN é protagonizada por Harry Langdon, considerado por muitos a quarta estrela do firmamento das grandes vedetas do cinema americano de comédia do tempo do mudo (os outros três eram Chaplin, Keaton e Harold Lloyd). Langdon é aqui um ingénuo e desastrado soldado belga que em plena Primeira Guerra Mundial se perde de amores por Mary Brown, uma rapariga americana que só conhece por carta e fotografia.

consulte a FOLHA da CINEMATECA JÚNIOR aqui
28/09/2024, 17h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
O Segredo | A Fuga
Liberdade

projeção seguida de conversa com Edgar Feldman,Luís Filipe Rocha, José Pacheco Pereira e Domingos Abrantes

O Segredo
de Edgar Feldman
com António Dias Lourenço
Portugal, 2008 – 25 min

A Fuga
de Luís Filipe Rocha
com Luís Alberto, José Viana, Miguel Franco, Carlos César, Maria do Céu Guerra, Costa Ferreira
Portugal, 1977 – 109 min

duração total da projeção: 134 min | M/12

A fuga do preso político antifascista António Dias Lourenço (1915-2010) do Forte de Peniche em dezembro de 1954 está no centro de O SEGREDO, de Edgar Feldman, e de A FUGA, de Luís Filipe Rocha. Essa fuga solitária do histórico dirigente comunista é a mais espetacular das fugas portuguesas, um extraordinário feito de coragem e um símbolo da luta pela liberdade, do combate e da resistência à repressão do Estado Novo. Feldman filma o testemunho de Dias Lourenço, aos 94 anos, evocando os anos de prisão da cadeia de alta segurança de Peniche e a evasão após um mês de castigo na cela-cubículo sem luz conhecido como “segredo”. Inspirado na experiência do mesmo Dias Lourenço, a primeira obra de ficção de Luís Filipe Rocha é um importante título da “filmografia de Abril”, filmado em Lisboa, Caxias e Peniche pouco tempo após o fim do jugo da ditadura portuguesa. A narrativa segue o quotidiano de um preso político, o seu julgamento em tribunal plenário, as torturas que lhe foram infligidas ou a fuga por mar, concentrando-se na questão do encarceramento e no espaço concreto daquele lugar de cárcere recentemente transformado em Museu Nacional Resistência e Liberdade. A FUGA a exibir em cópia digital.

consulte a FOLHA de O SEGREDO aqui

consulte a FOLHA de A FUGA aqui


 
28/09/2024, 19h30 | Sala Luís de Pina
Que Farei Eu com Esta Espada?
1860
de Alessandro Blasetti
com Aida Bellia, Giuseppe Gulino, Gianfranco Giachetti
Itália, 1933 - 80 min
llegendado eletronicamente em português | M/12
Revolução
Um dos trabalhos mais famosos de Alessandro Blasetti, precursor do neorrealismo, e o filme que abriu o período de reconstituições históricas na década de 30. 1860 conta um episódio da campanha de Garibaldi na Sicília, para a libertação da Itália do domínio dos Bourbons, sendo a ação vista através dos olhos de um camponês, testemunha dos eventos.

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28/09/2024, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
A Cinemateca com o Queer Lisboa: William E. Jones
Is it really so strange?
de William E. Jones
Estados Unidos, 2004 - 80 min
legendado eletronicamente em português | M/12
O “mito Morrissey” é analisado por William E. Jones numa obra mais estritamente documental do que nos habituou e que reflete sobre o fenómeno de culto em torno do vocalista da banda The Smiths, nomeadamente no seio da comunidade latino-americana. Jones privilegia o uso de fotografias e entrevistas feitas sobretudo a jovens, “uma nova geração de dandies” que mantém vivo o mito em torno desse “(not so) charming man” descrito também como um poeta melancólico, um provocador “anarquista” e uma personalidade misteriosa e complexa. Como é habitual nos filmes de Jones, o próprio cineasta não deixa de dizer o que pensa e de partilhar a sua história de amor pelas letras e pela harmonia intoxicantes dos The Smiths e ainda de refletir sobre o papel da banda, em particular do seu vocalista, na história de afirmação da iconografia e valores queer.

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