24/06/2024, 14h00 | Espaço 39 Degraus
Instalação SEMPRE
Instalação SEMPRE
SEMPRE
A palavra, o sonho e a poesia na rua

Uma instalação de Luciana Fina para os 50 anos do 25 de Abril

De 25 de Abril a 30 Junho

Segunda-feira a sábado das 14h até ao final da última sessão do dia

Entrada livre

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24/06/2024, 16h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
Hands of the Future | The Purple Rose of Cairo
duração total da projeção: 94 min | M/12
Futuro
HANDS OF THE FUTURE
de Dan Shoval, Mehdi Jahan e Sabrina D. Marques
Portugal, Israel, Índia, Austrália, 2021 - 12 min

THE PURPLE ROSE OF CAIRO
A Rosa Púrpura do Cairo
de Woody Allen
com Mia Farrow, Jeff Daniels, Danny Aiello, Irwing Metzman, Stephanie Farrow
Estados Unidos, 1985 - 82 min / legendado em português

HANDS OF THE FUTURE é um video-ensaio sobre o recurso à quiromancia (leitura da palma da mão) na História do cinema. Fragmentos de dezenas de filmes (incluindo vários títulos nacionais – um dos autores é a realizadora portuguesa Sabrina D. Marques) constroem uma meta-narrativa sobre os traumas do passado e os destinos de amanhã. A curta-metragem é apresentada em diálogo com THE PURPLE ROSE OF CAIRO, um dos filmes mais celebrados de Woody Allen. A ação decorre nos primeiros anos do cinema sonoro, Mia Farrow é uma espectadora de cinema apaixonada pelo galã de um filme que a faz esquecer a sua desapaixonada vida real. Mas o amor é recíproco, e é, desta vez, um ator que sai da tela para ir ao encontro da realidade. Romantismo e cinefilia nesta homenagem ao imaginário popular do cinema e aos seus poderes de identificação, projeção e transformação. HANDS OF THE FUTURE é uma primeira apresentação na Cinemateca.

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24/06/2024, 18h30 | Sala Luís de Pina
Realizadores Convidados: Regina Guimarães & Saguenail
Sessão "Palcos e plateaux 2"
duração total da projeção: 127 min | M/12
Com a presença de Regina Guimarães e Saguenail
RUKA
“A Mão”
de Jirí Trnka
Checoslováquia, 1965 - 19 min

O CEMITÉRIO
de Saguenail
Portugal, 2019-2020 -  24 min

TRELA CURTA
de Saguenail
Portugal, 2015 - 84 min

O cenário e o dispositivo cénico, a sua construção, instalação, a sua estilização, mantém-se no centro desta sessão (que nisso dá continuidade à anterior). A mão do primeiro filme, uma animação magnífica de Jirí Trnka que não é vista na Cinemateca desde o seu centenário (em 2013), foi vista como sendo um comentário ao regime totalitário da Checoslováquia onde o cineasta vivia (e onde o filme foi proibido). Uma mão gigante, insistente, opressiva, entra na oficina de um oleiro, e teima que este não deve fazer mais nada senão repetições dela própria (a mão). Essa mão pode falar sobre a atitude de um regime político, mas faz também pensar na luta e resistência do criador (ou criatura, como dizia Oliveira?), e na pressão que este opera sobre materiais para deles tirar formas.

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24/06/2024, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
Sosialismi
“Socialismo”
de Peter von Bagh
Finlândia, 2014 - 86 min
legendado em inglês e eletronicamente em português | M/12
Liberdade
SOSIALISMI é a derradeira obra de Peter von Bagh, representando o culminar de toda uma vida de historiador, crítico e programador de cinema, e de uma continuada prática de cinema de montagem. Sobre ele Olaf Möller escreveu: “Pela primeira vez, Peter von Bagh olha para um tema mais vasto do que a História finlandesa: Socialismo, o maior sonho do século XX e a fonte de alguns dos seus piores pesadelos (...) mostra como o socialismo e o cinema – tudo no cinema, seja documentário ou ficção – são um só, e como a vida diz respeito a este nunca estar sozinho, a esta unidade”. Abrindo com a “saída da fábrica” dos irmãos Lumière e com as origens do marxismo para terminar nos dias de hoje, SOSIALISMI parte de imagens do cinema para cartografar magistralmente a sensibilidade de um século de filmes e do tempo presente.

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24/06/2024, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
Pink Narcissus
de Jim Bidgood
com Bobby Kendall
Estados Unidos, 1971 - 67 min
sem diálogos | M/16
Revolução
PINK NARCISSUS é um dos mais famosos exercícios de erotismo gay e underground. Rodado em 8mm, amadoristicamente, tornou-se um cult movie. Belo poema cinematográfico sobre as fantasias eróticas de um jovem, PINK NARCISSUS inscreve-se na linhagem do trance film do cinema experimental americano, aqueles filmes em que o protagonista deambula num mundo onírico em busca da sua identidade. Durante muito tempo o nome do realizador (que não figura no filme) foi mantido em segredo.

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