28/12/2024, 15h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinemateca Júnior - Sábados em Família
The Wizard of Oz
O Feiticeiro de Oz
de Victor Fleming
com Judy Garland, Ray Bolger, Bert Lahr, Jack Haley, Frank Morgan
Espanha, Canadá, Estados Unidos, 1939 - 102 min
legendado em português | M/6
Uma viagem pela estrada de tijolos amarelos até à cidade de Esmeralda, a mais transparente metáfora de Hollywood, que foi também o início da caminhada para a glória de Judy Garland, que ganhou um Oscar especial. Premiada também foi a canção que se tornou o leit motiv na vida de Judy Garland, Over the Rainbow, que culmina a sequência de abertura, a preto e branco, dirigida por King Vidor. “Em ‘Over the Rainbow’ há outra existência. A existência do cinema, de que esta casa é espaço e tempo. Cada filme só nos faz passar para lá do arco-íris. Sigamos os passos de Dorothy a caminho da cidade das esmeraldas” (JBC).

Sessão Descontraída
A sessão decorre numa atmosfera acolhedora, com regras mais flexíveis no que diz respeito ao movimento e ao ruído dos espectadores, e pode implicar pequenos ajustes na iluminação e no som, bem como no acolhimento do público, para melhor se adaptar às suas necessidades. Com a consultoria da associação Acesso Cultura.

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28/12/2024, 17h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Viagens Pela Noite – O Mundo de Anatole Litvak (Parte I)

Em colaboração com Il Cinema Ritrovato
The Woman I Love
de Anatole Litvak
com Paul Muni, Miriam Hopkins, Louis Hayward
Estados Unidos, 1937 - 85 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Depois de MAYERLING, em 1936 (de que filmaria um remake vinte anos mais tarde), Anatole Litvak mudou-se para Hollywood, e aí se estreou com um remake do seu penúltimo filme francês, L’EQUIPAGE, com Paul Muni, Miriam Hopkins e Louis Hayward a retomarem as personagens de Charles Vanel, Annabella e Jean Murat. O lendário Frank Wead (retratado por Ford em WINGS OF EAGLES) trabalhou no argumento, mas THE WOMAN I LOVE, apesar de muitos mais meios para as cenas de combate aéreo, não teve um impacto nada comparável com o do filme original, e foi um flop de bilheteira. Primeira apresentação na Cinemateca.

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28/12/2024, 18h00 | Sala Luís de Pina
Chris Marker – A Memória Das Imagens (Parte II)

Em colaboração com a Festa do Cinema Francês
Le Fond De L’air est Rouge
de Chris Marker
França, 1977 - 180 min
legendado em português | M/12
Pode filmar-se o “ar do tempo”? Chris Marker mergulhou nos arquivos e fez a crónica, simultaneamente épica e intimista, de dez anos (1967-1977) de contestação do sistema político-económico mundial – apropriadamente, o argumento do filme subintitula-se “cenas da terceira guerra mundial”. Uma montagem lírico-dialética da Revolução em curso, da guerra do Vietname às manifestações de estudantes, de Che Guevara aos tanques de Praga, da tortura na América Latina aos bombardeamentos americanos com napalm. A história de um fracasso? “Ao longo dos últimos dez anos, um determinado número de homens e de forças (por vezes mais instintivas que organizadas) tentaram tomar em mãos os seus destinos e inverter as peças do jogo. Todos eles falharam nos terrenos que tinham escolhido. Apesar disso, a sua passagem foi aquilo que mais profundamente transformou as condições políticas do nosso tempo. Este filme não pretende senão colocar em evidência algumas etapas desta transformação.” (Chris Marker). A apresentar em cópia digital.

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28/12/2024, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Que Farei Eu com Esta Espada?
D'Est
de Chantal Akerman
França, Bélgica, 1993 - 117 min
sem diálogos | M/12
Comunidade
Um belíssimo filme pós-queda do Muro de Berlim que se abeira das transformações do quotidiano nos países de Leste, encetando uma viagem da fronteira da Alemanha à Rússia, e do fim do verão ao mais profundo inverno. Trata-se de uma espécie de diário da viagem, de recordações e pessoas que aparecem em estações, paragens de autocarro, ou em longas filas de espera, com tudo o que tais situações evocam. Sem qualquer comentário e recorrendo a uma série de planos fixos e lentos travellings que alcançam um efeito quase hipnótico, D’EST é uma das mais emblemáticas obras dos anos 1990 de Chantal Akerman, um expoente do seu trabalho. A apresentar em cópia digital.

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