13/03/2024, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
A Liberdade Pré-Código
Dinner at Eight
Jantar às 8
de George Cukor
com Marie Dressler, Jean Harlow, John Barrymore, Walter Berry, Billie Burke
Estados Unidos, 1933 - 110 min
legendado eletronicamente em português | M/12
Baseado numa peça de sucesso ambientada na alta-roda nova-iorquina, o argumento é de Frances Marion e Herman J. Mankiewicz, que George Cukor filma convocando um grande elenco de luxo para um trabalho de luxo com os atores. Trata-se de uma história de dinheiro, com personagens que nasceram ricas e outras que estão dispostas a ficá-lo, a qualquer custo. Num papel de arrivista vulgar, Jean Harlow tem um dos seus maiores desempenhos, mas a personagem mais inesquecível e divertida é a da veterana Marie Dressler. “Há um tema que passa pela situação de quase todas as personagens e que se prende com o passado, com o tempo e as ilusões perdidas […] um daqueles momentos em que tudo vacila e em que as aparências e as essências são de novo recolocadas nos seus devidos lugares. É esse, no fundo, o trajecto das várias personagens.” (Luís Miguel Oliveira) Uma das primeiras obras-primas incontestadas de Cukor.

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13/03/2024, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ante-Estreias
Curtas-metragens do Ar.Co
duração total da exibição: 84 minutos | M/12
Com a presença dos realizadores
ZERO
de Arturo Montessoro García
Portugal, 2023 – 10 min

MAR E ÚTERO
de Stephanie Mónica
Portugal, 2023 – 10 min

ADEUS, LISBOA
de Joana Pacheco
Portugal, 2023 – 14 min

VERDUN
de Bruno Mairos
Portugal, 2022 – 2 min

SERES VIVOS
de Margarida Pinto da Fonseca
Portugal, 2023 – 16 min

BOA NOITE
de Inês Falcão
Portugal, 2023 – 4 min

ALTO DA EIRA
de Tomás Guedes
Portugal, 2023 – 28 min

Uma seleção de sete curtas-metragens realizadas pelos estudantes do Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual ao longo dos últimos dois anos. Em ZERO, somos transportados para um futuro distópico em que tudo é vigiado pelo Estado e as tecnologias analógicas, assim como o toque entre as pessoas, foram proibidos. MAR E ÚTERO é “uma jornada audiovisual imersiva” que explora a ligação entre o útero e o oceano, revelando uma profunda “relação simbiótica através de paisagens sonoras e imagens macroscópicas”. Em ADEUS, LISBOA, Joana Pacheco retrata a problemática da crise da habitação que afeta a cidade de Lisboa. Em VERDUN somos conduzidos numa viagem por realidades diferentes criadas pela manipulação e aproximação. Em SERES VIVOS “o dia não passa, as saudades não passam, as pessoas não passam, e a maré está a subir. É bom para quem aprendeu a boiar. A maré está a baixar. As Pedras vêm ao de cima”. BOA NOITE é uma “carta de amor” ao ato de dormir, à beleza desse estado inconsciente, momento sensorial sereno que todos partilhamos. Em ALTO DA EIRA, um estudante de cinema que chega a Lisboa para fazer filmagens sobre a freguesia da Penha de França visita o local onde todos os domingos é organizada uma matiné dançante.

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13/03/2024, 19h30 | Sala Luís de Pina
A Cinemateca com a MONSTRA
Dunderklumpen!
de Per Ahlin
com Beppe Wolgers, Jens Wolgers
Suécia, 1974 - 97 min
legendado eletronicamente em português | M/12
DUDERKLUMPEN é uma criatura mágica que vive nos bosques do norte da Suécia. Numa tarde de verão, Duderklumpen sai do seu bosque à procura de novos amigos, dando início a uma viagem, recheada de peripécias, por um bosque encantado habitado por personagens singulares. Um título clássico do cinema de animação da Suécia que mistura o desenho animado com a imagem real. Primeira apresentação na Cinemateca.

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13/03/2024, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
A Liberdade Pré-Código
Female
de Michael Curtiz (William Dieterle e William Wellman, não creditados)
com Ruth Chatterton, George Brent, Lois Wilson
Estados Unidos, 1933 - 60 min
legendado eletronicamente em português | M/12
O sexo, o poder e a perspetiva feminina são os ingredientes de FEMALE, em que o abuso e o assédio são outros dados de partida, tudo se estruturando na inversão dos papéis convencionais feminino-masculino: Allison, a personagem de Ruth Chatterton, é proprietária e gerente de uma fábrica de automóveis, herdada do pai, e tem uma relação peculiar com os empregados do sexo masculino que tem por hábito convidar para efémeros encontros privados. Até que Jim, um inventor, lhe troca as voltas ao recusar uma das suas propostas de horário pós-laboral. William Dieterle e William A. Wellman têm responsabilidade não creditada na realização de algumas cenas. “Foi alvo da reprovação dos sectores conservadores de Hollywood que consideraram ‘repugnantes as tendências sexuais da protagonista’ e não encontraram ‘nenhuma justificação’ para esta história. Estranho seria.” (Maria João Madeira) A apresentar em cópia digital.

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