agosto de 2020
dstqqss
2627282930311
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
303112345
PROGRAMA
Ciclos
Pesquisa
CICLO
Cinema Português: Novos Olhares – II


Continuam as sessões sobre os novos olhares do cinema português, uma escolha de várias propostas criativas, em diferentes géneros e formatos, que nos mostra a efervescência e a diversidade de um cinema que tem recebido, ano após ano, um interesse crescente por parte do público nacional e estrangeiro (tanto em mostras nacionais como por recorrentes prémios em festivais internacionais de cinema). Organizamos também, este mês, o primeiro debate sobre os filmes já exibidos, e os caminhos por eles apontados, no dia 3 de abril, às 18h30, na sala M. Félix Ribeiro, uma discussão que se irá prolongar em dois outros encontros, em maio e junho, onde propomos discutir, com a presença de vários realizadores deste Ciclo, os rumos e a vitalidade que o cinema português tem oferecido nos últimos anos.
 
 
29/04/2017, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares – II

António, Lindo António | A Última Árvore Analógica | Ainda há Pastores?
duração total da projeção: 119 min | M/12
 
29/04/2017, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Português: Novos Olhares – II
António, Lindo António | A Última Árvore Analógica | Ainda há Pastores?
duração total da projeção: 119 min | M/12
ANTÓNIO, LINDO ANTÓNIO
de Ana Maria Gomes
França, Brasil, Portugal, 2015 – 43 min
A ÚLTIMA ÁRVORE ANALÓGICA
de Jorge Pelicano
Portugal, 2015 – 4 min
AINDA HÁ PASTORES?
de Jorge Pelicano
Portugal, França, 2006 – 72 min

ANTÓNIO, LINDO ANTÓNIO, filme vencedor da competição nacional do último Curtas Vila do Conde, mergulha na história de família da realizadora Ana Maria Gomes para desvendar as razões pelas quais o seu tio António nunca mais regressou, à sua aldeia natal, depois de ter emigrado para o Brasil. Jorge Pelicano, também ele galardoado pelos seus vários trabalhos, mostra, nesta sessão, a curta metragem A ÚLTIMA ÁRVORE ANALÓGICA e a primeira obra AINDA HÁ PASTORES?, um retrato de uma profissão em vias de extinção através de um jovem pastor de 27 anos na paisagem do vale da Serra da Estrela.