21/06/2024, 14h00 | Espaço 39 Degraus
Instalação SEMPRE
Instalação SEMPRE
SEMPRE
A palavra, o sonho e a poesia na rua

Uma instalação de Luciana Fina para os 50 anos do 25 de Abril

De 25 de Abril a 30 Junho

Segunda-feira a sábado das 14h até ao final da última sessão do dia

Entrada livre

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21/06/2024, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Revisitar o Cinema Novo de Taiwan

Em colaboração com o Taiwan Film and Audiovisual Institute, com o Apoio do Centro Económico e Cultural de Taipei em Portugal
Dao Caon Ren
“Espantalho”
de Toon Wang
com Chun-Fang Chang, Po-Chou Chang, Sheng-Li Cho
Taiwan, 1987 - 97 min
legendado em português | M/12
O primeiro filme da trilogia de Toon Wag sobre a História de Taiwan é uma comédia que explora o contexto social do período da Segunda Guerra Mundial. Taiwan, então território colonial japonês, sofria os bombardeamentos americanos, e a população taiwanesa era chamada a lutar no sudeste asiático e a entregar ferramentas e gado para abastecer o exército. Neste cenário, a sorte parece bater à porta de dois irmãos quando uma bomba por explodir cai nos seus terrenos. Esperando uma significativa recompensa, decidem entregá-la aos soldados japoneses.

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21/06/2024, 18h30 | Sala Luís de Pina
Realizadores Convidados: Regina Guimarães & Saguenail
Sessão "Nós e nus"
duração total da projeção: 130 min | M/12
Com a presença de Regina Guimarães e Saguenail
A IMITAÇÃO
de Saguenail
Portugal, 2003 - 24 min

ACENTUADO ARREFECIMENTO NOCTURNO
de Saguenail
Portugal, 2013 - 19 min

DIÁSPORA
de Regina Guimarães
Portugal, 2016 - 35 min

NUS DANS LA CAGE D’ESCALIER
de Regina Guimarães, Saguenail
Portugal, 2010 - 25 min

GAIA
de Amarante Abramovici
Portugal, 2003 - 27 min

Uma espécie de história da representação do nu, que é inevitavelmente uma história do olhar sobre o corpo e os mitos que fundam esse olhar no Ocidente (começa com a Paixão encenada num bar contemporâneo e, pelo meio, DIÁSPORA é um filme de família – e nisso também ele sobre uma paixão). Sobre NUS DANS LA CAGE D’ESCALIER, “um filme-duelo” entre dois amantes (Regina e Saguenail), escreve Ricardo Vieira Lisboa na folha que acompanhou a sua projeção na Casa Manoel de Oliveira (texto reeditado no catálogo que acompanha esta retrospetiva): «…a realizadora recitará, “o nu, o visto, o entrevisto, o entredito, não o ‘interdito’, o exterior como um interior”. (…) [O] filme surge como um estudo sobre olhar, servindo-se do nu enquanto motivo clássico da História da pintura para pensar o modo como se vê e se mostra (sem interdições, mas dizendo as coisas entredentes). A forma como se mostra o corpo, nu, revela uma maneira de olhar…».

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21/06/2024, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Com a Linha de Sombra
Passagem de Nível
duração total da projeção: 88 min | M/12
Por razões de ordem técnica inultrapassáveis, não será possível exibir a curta-metragem LENDA DAS AMENDOEIRAS programada para esta sessão, mantendo-se apenas a apresentação do filme PASSAGEM DE NÍVEl, de Américo Leite Rosa. Apresentamos as nossas desculpas por qualquer inconveniente causado por esta alteração.

Sessão apresentada por Maria Manuela Gomes Rosa Freire
PASSAGEM DE NÍVEL
de Américo Leite Rosa
com Madalena Iglésias, Virgílio Teixeira, Wilma Palmer, Canto e Castro
Portugal, 1965 – 88 min

Américo Leite Rosa trabalhou como decorador em vários filmes portugueses na década de 40 para depois assinar alguns títulos como realizador, nomeadamente vários documentários de curta-metragem e uma única longa de ficção, PASSAGEM DE NÍVEL (1965). Neste filme, Carla (interpretada por Madalena Iglésias), uma cançonetista célebre filha de um importante construtor civil, conhece acidentalmente o arquitecto Eduardo (Virgílio Teixeira), nascendo entre ambos uma atração. Mas uma sombra do passado de Eduardo irá perturbar o idílio romântico. Primeira apresentação na Cinemateca.

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21/06/2024, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Ante-Estreias
Slam – Sounds Like a Movie
de Sara Pinheiro
República Checa, Portugal, 2023 - 20 min | M/12
Sessão com apresentação e seguida de conversa com Sara Pinheiro
Trata-se de uma composição sonora para dolby 5.1 realizada só com sons de filmes - alguns marcos históricos da cinematografia global, outros um pouco mais específicos. SLAM – Sounds Like a Movie (“soa como um filme”) “apresenta uma ideia de memória coletiva na cultura cinematográfica numa abordagem semi-histórica combinada com um percurso pessoal através do som do cinema como ferramenta de contar histórias. A composição salta de filme para filme numa cadeia de associações impulsionadas pelo próprio som ou pelo filme em si (...) Trabalha com uma linha ténue entre o que ‘soa como’ algo que é reconhecido coletivamente, memórias individuais e, como sempre, uma liberação sonora de restrições narrativas. SLAM é ao mesmo tempo um estudo de cinema e uma ode ao filme sonoro, ao mesmo tempo que é, literalmente, cinema para os ouvidos” (Sara Pinheiro).

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