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Cinema Português: Novos Olhares - IV


O quarto e último mês dos “Novos Olhares” traz algumas seleções de autores que fugiam, também, às regras que tinham sido impostas para a programação do Ciclo: realizadores nascidos depois de 1974 e com mais do que uma obra exibida no currículo. Aqui, alargamos o espectro de seleção e reunimos novíssimos autores com outros ainda, de percurso mais alargado, e que têm marcado, tanto num lado como noutro, as novas imagens do cinema português. Já a 1 de junho, às 18h30, faremos o terceiro debate com o público e os realizadores de filmes apresentados em maio. A 3 de julho, encerramos os encontros do Ciclo com o quarto e último debate, também às 18h30, desta vez com os autores apresentados ainda este mês. Ambos os debates terão lugar na Sala Luís de Pina.
 
 
01/06/2017, 18h00 | Sala Luís de Pina
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares - IV

Debate
 
02/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares - IV

Comboio | Volta à Terra
duração total da projeção: 121 min | M/12
05/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares - IV

A Caça Revoluções | Metáfora ou A Tristeza Virada do Avesso | Linha Vermelha
duração total da projeção: 123 min | M/12
06/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares - IV

Superfície | Outono | Paul
duração total da projeção: 96 min | M/12
07/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Cinema Português: Novos Olhares - IV

Não são Favas, são Feijocas | Passando à de Zé Marovas | No Jardim do Mundo
duração total da projeção: 107 min | M/12
01/06/2017, 18h00 | Sala Luís de Pina
Cinema Português: Novos Olhares - IV
Debate
Terceiro dos debates mensais com a presença de autores de filmes exibidos no Ciclo. No primeiro dia de junho conversamos com autores dos filmes apresentados em maio, a quem são propostas intervenções sobre temas que têm sido recorrentes desde o início da mostra – perspetiva sore o seu percurso individual, perceção (ou não) de integração num percurso coletivo, leituras transversais dos filmes exibidos, questões relativas ao contexto de criação… No final, a conversa é aberta a todos os presentes.
 
02/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Português: Novos Olhares - IV
Comboio | Volta à Terra
duração total da projeção: 121 min | M/12
Com a presença de Isabel Dias Martins e João Pedro Plácido
COMBOIO
de Isabel Dias Martins
Portugal, 2010 – 43 min
VOLTA À TERRA
de João Pedro Plácido
com Daniel Xavier Pereira, António Guimarães, Daniela Barroso, Uzenses
Suíça, França, Portugal, 2014 – 78 min

VOLTA À TERRA foi uma das mais belas surpresas da distribuição comercial portuguesa dos últimos anos: uma obra única (a primeira e a última na sua carreira, segundo o realizador que é, também, diretor de fotografia de várias obras no cinema português) sobre uma aldeia minhota onde se vivem os últimos vestígios de uma vida ancestral assente na agricultura e na pastorícia. Nela, a vida de um emigrante que regressa às origens junta-se à de um pastor que procura o amor da sua vida (Melhor Longa Portuguesa no doclisboa 2014). A abrir a sessão, COMBOIO, de Isabel Dias Martins, olha para as pontes entre dois países através da viagem do comboio Sud-Express. Primeiras exibições na Cinemateca.
 
05/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Português: Novos Olhares - IV
A Caça Revoluções | Metáfora ou A Tristeza Virada do Avesso | Linha Vermelha
duração total da projeção: 123 min | M/12
Com a presença de Margarida Rego, Catarina Vasconcelos e José Filipe Costa
A CAÇA REVOLUÇÕES
de Margarida Rego
Portugal, 2014 – 11 min
METÁFORA OU A TRISTEZA VIRADA DO AVESSO
de Catarina Vasconcelos
Portugal, 2014 – 32 min
LINHA VERMELHA
de José Filipe Costa
Portugal, 2011 – 80 min

Uma sessão dedicada ao 25 de Abril e aos efeitos da revolução na vida de quem a viveu e, também, de quem viveu por ela através dos seus antepassados. A CAÇA REVOLUÇÕES é um ensaio experimental sobre quem busca os vestígios da revolução no presente, enquanto que METÁFORA OU A TRISTEZA VIRADA DO AVESSO (primeira exibição na Cinemateca), de Catarina Vasconcelos, lança-se num movimento semelhante pela herança familiar e os caminhos de quem lhe deu vida. LINHA VERMELHA, de José Filipe Costa, recupera um dos acontecimentos mais marcantes na história da revolução: a ocupação da herdade de Torre Bela (Melhor Longa Portuguesa no IndieLisboa 2011).
 
06/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Português: Novos Olhares - IV
Superfície | Outono | Paul
duração total da projeção: 96 min | M/12
Com a presença de Rui Xavier, Marco Amaral e Marcelo Felix
SUPERFÍCIE
de Rui Xavier
com Ângelo Torres, José Mendes, Marcello Urgeghe, Paca
Portugal, 2007 – 14 min
OUTONO
de Marco Amaral
com Elsa Pinto, Tiago Cardoso
Portugal, 2014 – 11 min
PAUL
de Marcelo Felix
com Alice Medeiros, Rómulo Ferreira, Crista Alfaiate, Mafalda Lencastre, Dimitris Mostrous
Portugal, 2016 – 71 min

Experiências sensoriais reunidas numa sessão: SUPERFÍCIE, de Rui Xavier, é uma ficção focada na experiência de um homem dentro da imensidão do mar, tal como num mundo desconhecido, enquanto que OUTONO, do realizador e colorista Marco Amaral, segue os percursos de um jovem rapaz na paisagem outonal de caminhos desconhecidos. A fechar, PAUL, de Marcelo Felix, é uma viagem sensorial pela perceção de uma tradutora de um filme sobre a realidade e ficção da história em que mergulha.
 
07/06/2017, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Cinema Português: Novos Olhares - IV
Não são Favas, são Feijocas | Passando à de Zé Marovas | No Jardim do Mundo
duração total da projeção: 107 min | M/12
NÃO SÃO FAVAS, SÃO FEIJOCAS
de Tânia Dinis
Portugal, 2013 – 10 min
PASSANDO À DE ZÉ MAROVAS
de Aurora Ribeiro
Portugal, 2009 – 30 min
NO JARDIM DO MUNDO     
de Maya Rosa
Portugal, 2004 – 67 min

NÃO SÃO FAVAS, SÃO FEIJOCAS (primeira exibição na Cinemateca) é o resultado do encontro e da diferença geracional (e de geografias) entre o mundo de uma neta (a realizadora Tânia Dinis) e a sua avó. PASSANDO À DE ZÉ MAROVAS, de Aurora Ribeiro, traz-nos a loja de Redondo que perdeu os seus clientes com a chegada da autoestrada a Portugal, enquanto que NO JARDIM DO MUNDO, de Maya Rosa, recorda-nos as condições de vida, as mudanças políticas, e a passagem do tempo na planície alentejana desde o tempo da ditadura.