29/12/2025, 19h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Com um elenco exclusivamente feminino, A MULHER QUE ACREDITAVA SER PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA forma uma espécie de díptico com TRÁFICO, na medida em que também é uma sátira filmada com cores berrantes. Mas aqui a fantasia é mais desabrida, pois, não se contentando em ser loira e devota do consumismo à americana, a protagonista, uma pequeno‑burguesa lisboeta, sonha que é presidente do país mais poderoso do mundo. Botelho desenvolve com imaginação e fantasia uma fábula sobre o poder, os seus perigos e os seus ridículos, num filme que com o passar dos anos tornou-se premonitório.
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