TRYING TO KISS THE MOON pode ser descrito como um poema autobiográfico que concilia as questões que habitualmente atravessam os filmes de Dwoskin com imagens de filmes de família, que revelam imagens da sua infância nos Estados Unidos. Uma das grandes obras do cineasta e um dos marcos no género do autorretrato cinematográfico, que atravessa acontecimentos, projetos inacabados, correspondência, filmes, e outras imagens, que se desenrolaram ao longo de cerca de 50 anos. Primeira exibição na Cinemateca.