21/09/2019, 15h00 | Salão Foz
Cinemateca Júnior
The Incredibles
Os Incríveis
de Brad Bird
Estados Unidos, 2004 - 115 min
dobrado em português | M/6
Há anos que a atividade dos super-heróis caiu em desgraça e estes vivem agora vidas pacatas e anónimas, impedidos por lei de dar uso aos seus superpoderes. O Sr. Incrível, outrora o maior herói do planeta, adapta-se com dificuldade ao emprego numa companhia de seguros, consistindo a sua principal batalha em lutar contra o aborrecimento e uma considerável barriga. A oportunidade de entrar novamente em ação surge quando um velho inimigo volta a atacar. Mas ele terá de contar com a ajuda de toda a família para vencer o vilão! A apresentar em cópia digital.
 
21/09/2019, 15h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Double Bill
Portrait Of Jennie | The Man In The Gray Flannel Suit
duração total da projeção: 246 min | M/12
entre os dois filmes há um intervalo de 20 minutos
PORTRAIT OF JENNIE
O Retrato de Jennie
de William Dieterle
com Jennifer Jones, Joseph Cotten, Ethel Barrymore, Cecil Kellaway
Estados Unidos, 1948 – 83 min / legendado eletronicamente em português | M/12
THE MAN IN THE GRAY FLANNEL SUIT
O Homem do Fato Cinzento
de Nunnally Johnson
com Gregory Peck, Jennifer Jones, Fredric March
EUA, 1956 – 163 min / legendado eletronicamente em português

Justamente considerado como uma das obras-primas de um cinema de inspiração onírica e surrealista, PORTRAIT OF JENNIE é a história de um amor intemporal (e da obsessão de um homem por uma mulher), para lá de todas as barreiras físicas e racionais. Jennifer Jones e Joseph Cotten são assombrosos, num filme celebrado e louvado pelos surrealistas. Produzido por David O. Selznick, atraído pelo romance de Robert Nathan (1940) que o argumento adapta, para assentar como uma luva a Jennifer Jones, foi rodado em exteriores a preto e branco e termina com a sequência em technicolor do “retrato de Jennie”. Mais conhecido pelo seu percurso de produtor, em Hollywood, entre as décadas de trinta e cinquenta, Nunnally Johnson foi também autor, enquanto realizador, de oito filmes. Este, THE MAN IN THE GRAY FLANNEL SUIT (filmado em CinemaScope, a apresentar em primeira exibição na Cinemateca), aborda os problemas de um ex-soldado (Gregory Peck) na sua reintegração na sociedade e vida familiar (com Jennifer Jones no papel da sua mulher). Tal como o livro que adapta, o filme tornar-se-ia num fenómeno popular do seu tempo.
 
21/09/2019, 21h30 | Sala M. Félix Ribeiro
Queer Lisboa 23

em colaboração com o Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer 2019
Self-Portrait in 23 Rounds: A Chapter in David Wojnarowicz’s Life, 1989-91
de Marion Scemama, François Pain
com David Wojnarowicz
França, 2018 - 78 min
legendado eletronicamente em português | M/16
com a presença de Marion Scemama e François Pain
Pintor, cineasta, escritor, performer e fotógrafo, David Wojnarowicz (1954-1992) foi uma das principais personalidades da cena artística nova-iorquina dos anos oitenta. Wojnarowicz também foi um artista comprometido e um ativista na luta contra a sida: para protestar contra a inércia do governo de George W. Bush no combate à epidemia, espalhou as cinzas do seu companheiro diante da Casa Branca. Numa entrevista conduzida em 1989 pelo teórico cultural Sylvère Lotringer, fala abertamente sobre os momentos íntimos da sua vida, o processo criativo, a sexualidade, a sida e a aceitação da sua própria morte. Marion Scemama, que era amiga íntima de Wojnarowicz, filmou a entrevista e criou este ensaio a partir dos arquivos privados do artista. Primeira exibição na Cinemateca.
 
21/09/2019, 22h30 | Projecção ao Ar Livre
Cinema na Esplanada
Tender Is the Night
Terna é a Noite
de Henry King
com Jennifer Jones, Jason Robards Jr., Joan Fontaine, Tom Ewell, Paul Lukas
Estados Unidos, 1961 - 146 min
legendado em espanhol e eletronicamente em português | M/12
Centenário de Jennifer Jones
Último filme de Henry King. Adaptação do clássico romance de F. Scott Fitzgerald, sobre a relação de um brilhante psiquiatra que casa com a paciente que tratara, a rica Jennifer Jones. Uma evocação poética da “geração perdida” de Fitzgerald.