CICLO
Ante-Estreias


A fechar o ano, apresentamos este mês duas sessões compostas por curtas metragens portuguesas em estreia na Cinemateca. A primeira reúne quatro curtas de ficção de jovens autores, a segunda uma seleção de filmes de escola realizados este ano pelos alunos do Departamento de Cinema/Imagem em Movimento do Ar.Co – Centro de Arte & Comunicação Visual.
 
 
03/12/2020, 20h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Ante-Estreias

Equação Divina | Volta | Sábàtina | O Rosto da Minha Beatriz
duração total da projeção: 55 min | M/14
 
16/12/2020, 20h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ciclo Ante-Estreias

Filmes de Escola do Ar.Co
duração total da projeção: 95 min | M/14
03/12/2020, 20h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ante-Estreias
Equação Divina | Volta | Sábàtina | O Rosto da Minha Beatriz
duração total da projeção: 55 min | M/14
com a presença dos realizadores
EQUAÇÃO DIVINA
de Ricardo Machado
com Erica Rodrigues, João Craveiro, Luís Lobão (voz divina), Daniela Santos
Portugal, 2020 - 15 min

VOLTA
de Bruno Moreira
com Sophia Nicholson, João Arrais, Júlia Belard
Portugal, 2020 – 13 min

SÁBÀTINA
de Rafael dos Santos
Portugal, 2019 – 2 min

O ROSTO DA MINHA BEATRIZ
de Ricardo Franco
com Matilde Jalles, Manuel Jerónimo
Portugal, 2020 – 25 min

Como se mostra em EQUAÇÃO DIVINA, o ato de criação é sempre arrojado, corajoso e singular. Várias vezes não é conseguido o resultado que se ambiciona. Dessa forma, há que tentar outra vez e outra... Em VOLTA, Susana encontra-se sozinha a lutar pela relação com os filhos depos do marido ter emigrado.  Os filhos não colaboram, deixando a sua mãe destroçada e a implorar por dias melhores. “O diabo, um bebé e outros animais encontram-se para celebrar qualquer coisa, após terem morrido.” Assim descreve Rafael dos Santos a sua estreia no cinema, SÁBÀTINA. Um ritual de estupefação, um ciclo de experimentação, dois minutos e pouco sobre o que morre e vive. Em O ROSTO DA MINHA BEATRIZ, um escultor faz um busto com a aparência da namorada.
 
16/12/2020, 20h00 | Sala M. Félix Ribeiro
Ante-Estreias
Filmes de Escola do Ar.Co
duração total da projeção: 95 min | M/14
com a presença das equipas e atores
QUARENTENA
de Marcus Silva, Mariana Meneses, Nastasja Tuszynska
com Marcus Silva, Nastasja Tuszynska
Portugal, Alemanha, 2020 – 5 min

NOCTUR
de Ana Vala
com Ana Vala, Carina Macedo, Laura Garcia, Margarida Albino, Marcus Silva, Stephanie Kyek
Portugal, 2020 – 11 min

A PLACE THAT DOESN’T EXIST
de Felipe Andrat
com Caviar Hao Jiang, Vítor Coelho
Portugal, 2020 – 5 min

OS PÁSSAROS VOAM À NOITE?
de Ana Almeida
com Filipa Almeida, José Parreira, José Ruas, Joana Cunha Ferreira, Diogo Cunha Dias, Miguel Tavares
Portugal, 2020 – 18 min

MARIA - A HISTORICAL ANALYSIS OF SAMBIZANGA, 1972
de Stephanie Kyek
Portugal, 2020 – 10 min

CASSOULET
de Gaiato
com Sara Fraga, Sérgio Sousa
Portugal, 2020 – 9 min

DEPTH WISH
de Margarida Albino
com Camilla Flora Prey
Portugal, 2020 – 12

ANNA BÊ
de Júlia Nogueira
com Anna Bárbara Souza
Portugal, 2020 –24 min

Em QUARENTENA, quase confinados a um espaço interior, deparamo-nos com a repetição das nossas rotinas. Uma estranha atmosfera circunda Lisboa, Peniche e Berlim. NOCTUR é um filme e é um jogo. Acede-se a este lugar simulado através de um avatar da realizadora - An. Do início ao fim de NOCTUR, An vai sendo manipulada para executar um conjunto de missões que culminam numa luta entre três seres idênticos a si. Em A PLACE THAT DOESN’T EXIST, será que os andróides sonham com carneiros elétricos? Três amigos andam por Lisboa à noite em OS PÁSSAROS VOAM À NOITE. Descobrem outro tempo e espaço, onde os pássaros (reais ou imaginados?) vão ecoando no seu caminho. MARIA - A HISTORICAL ANALYSIS OF SAMBIZANGA, 1972 faz uma comparação entre o papel da mulher na guerra de independência em Angola e o papel da mulher na Segunda Guerra Mundial através de um filme da recentemente falecida Sarah Maldoror. A sinopse de CASSOULET indica “Três dias num hotel à beira mar. Um aglomerado de sacos de plástico, algumas ideias, sentimentos e convicções. Mercadoria.” Em DEPTH WISH, na tentativa de tentar escapar a todo o fluxo a que é exposta, M vai em busca de um lugar - o mar - que a deixe libertar de um tempo e se possa dar ao prazer, mas é constantemente contagiada por fenómenos que a atingem e alteram a sua perceção. A fechar a sessão, ANNA BÊ é uma imersão no universo particular de Babi, uma jovem imigrante brasileira, “que resolveu, apesar de todos os percalços de sua vida, trilhar seu próprio caminho. Alçando voo de sua terra natal, para pousar no desconhecido território lusitano. Disposta a abrir mão de sua rede de relações, a fim de criar novas outras.”